domingo, 30 de novembro de 2025

Holy burger

Após aguentarmos uma hora e vinte minutos de nonsense sem narrativa do Geral Thomas no Sesc 14 Bis (assunto para outra resenha), nossa paciência, surpreendentemente, não havia sido esgotada e decidimos tentar nossas chances no badalado Holy Burger, vencedor de todos os prêmios na categoria Hambúrguer.

Um atendente bem santa cecilier de boina nos recebeu às 22h com um simpático "Tem 34 mesas na frente". Perguntamos sobre nossas chances e o prognóstico foi pessimista. Uma hora e meia depois, conseguimos dois bancos apertados no balcão, mas com vista para a chapa. Para começar, pedimos um porção de 4 coxinhas de pastrami (R$50) que estava muito boa, apesar do molho ser forte e eventualmente enjoativo. 


Deco pediu o Holy Burger (R$65), um x-salada sem invenção com bacon e um hambúrguer alto. É claro que estava bom. Mas estava bom assim como o de qualquer outra lanchonete que trabalha com bons ingredientes e com hambúrguer fresco na grelha. Não conseguimos entender o por que de tanta fila, tanto prêmio e tanto frisson ao redor desse lanche. É um lanche bom. Só.

Lima pediu o Franz (R$65), hambúrguer smash com molho de trufas, queijo em um ousado croissant. O molho era forte e enjoativo. O frescor de um alface ou um tomate, para quebrar o protagonismo da trufa, fez falta. Deixou metade do lanche. Ambos os lanches acompanham uma batata frita bem mediana, quase fria.

Conclusão: É bom, mas para justificar 1h30 de fila e R$100 por pessoa, deveria ser absolutamente maravilhoso.

Notas: (máximo: 5)

Deco: ⭐⭐⭐





Lima: ⭐⭐⭐






Holy burger

Após aguentarmos uma hora e vinte minutos de nonsense sem narrativa do Geral Thomas no Sesc 14 Bis (assunto para outra resenha), nossa paciê...